<body><script type="text/javascript"> function setAttributeOnload(object, attribute, val) { if(window.addEventListener) { window.addEventListener('load', function(){ object[attribute] = val; }, false); } else { window.attachEvent('onload', function(){ object[attribute] = val; }); } } </script> <div id="navbar-iframe-container"></div> <script type="text/javascript" src="https://apis.google.com/js/platform.js"></script> <script type="text/javascript"> gapi.load("gapi.iframes:gapi.iframes.style.bubble", function() { if (gapi.iframes && gapi.iframes.getContext) { gapi.iframes.getContext().openChild({ url: 'https://www.blogger.com/navbar/7964936183118354262?origin\x3dhttp://2last4ever.blogspot.com', where: document.getElementById("navbar-iframe-container"), id: "navbar-iframe" }); } }); </script>
"Ela acreditava em anjos. E, porque acreditava, eles existiam". I'm her baby love. And she's my angel. Não há limite nem restrições, quando se trata de amor.



Bituwin - template
Dementee - image

Layout by Leandro Assis.

segunda-feira, 29 de dezembro de 2008
What is this feeling inside?

Conversamos por mais algumas horinhas, até que eu já não podia mais ficar online. Me despedi contrariada, confesso. É tão bom conversar com ela. Já era bem tarde e ela viria para São Paulo naquele dia. Pedi que descansasse, mas não. A doida preferia ficar acordada e ir de uma vez. Fui deitar. Enrolei uns bons minutos antes dormir realmente, me peguei pensando nela várias vezes.
Nathalia o que acontece com você?

::

Acordei mais pra lá do que pra cá. Pudera não é? Fui dormir super tarde. Sorte a minha que não haveria aula naquela segunda feira.
Fiz tudo o que tinha que fazer. E quando deu meu horário, corri pro computador. Assustada com a minha empolgação. Lá estava ela, alias, aqui estava ela né. Porque já tinha chegado em São Paulo. E só de saber que ela estava por perto, me deixava com a cabeça a MIL!
Eu só sei que passamos novamente a noite toda conversando. Eu não sei de onde surgia tanto assunto, tanta vontade. Tá, às vezes pouco assunto, mas confesso: MUITA vontade! Eu tinha que vê-la. Precisava. Ela me disse que passaria aqui em casa. Mas acho que não levou muito a sério que eu tenha aceitado e eu não levei muito a sério que ela viria. Então, ficou por ficar. (tá, confesso que eu fiquei atenta ao interfone de casa e ao meu celular).

Que bom, estou inquieta.
Por acaso isso é estar apaixonada?