segunda-feira, 29 de dezembro de 2008
What is this feeling inside?
Conversamos por mais algumas horinhas, até que eu já não podia mais ficar online. Me despedi contrariada, confesso. É tão bom conversar com ela. Já era bem tarde e ela viria para São Paulo naquele dia. Pedi que descansasse, mas não. A doida preferia ficar acordada e ir de uma vez. Fui deitar. Enrolei uns bons minutos antes dormir realmente, me peguei pensando nela várias vezes.
Nathalia o que acontece com você?
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Acordei mais pra lá do que pra cá. Pudera não é? Fui dormir super tarde. Sorte a minha que não haveria aula naquela segunda feira.
Fiz tudo o que tinha que fazer. E quando deu meu horário, corri pro computador. Assustada com a minha empolgação. Lá estava ela, alias, aqui estava ela né. Porque já tinha chegado em São Paulo. E só de saber que ela estava por perto, me deixava com a cabeça a MIL!
Eu só sei que passamos novamente a noite toda conversando. Eu não sei de onde surgia tanto assunto, tanta vontade. Tá, às vezes pouco assunto, mas confesso: MUITA vontade! Eu tinha que vê-la. Precisava. Ela me disse que passaria aqui em casa. Mas acho que não levou muito a sério que eu tenha aceitado e eu não levei muito a sério que ela viria. Então, ficou por ficar. (tá, confesso que eu fiquei atenta ao interfone de casa e ao meu celular).
Que bom, estou inquieta.
Por acaso isso é estar apaixonada?